Editore: Editora Carambaia EIRELI, Brasil
Da: Livraria Ingá, Niterói, RJ, Brasile
EUR 53,58
Quantità: 1 disponibili
Aggiungi al carrellohardcover. "Tudo, no mundo, existe para acabar em um livro." - Stéphane Mallarmé "De onde tiro tanto tempo para não ler tanta coisa?" - Karl Kraus "Uma pessoa que quer escrever coisas boas precisa ler coisas ótimas." - Ursula K. Le Guin Um livro-agenda pensado para amantes da literatura. Aqueles que fazem de tudo para encaixar uma leitura entre um compromisso e outro. Aforismos - Escritores e seu ofício é um planner (ou seja, uma agenda permanente, não datada), mas é também um livro. Enquanto o leitor folheia as páginas dedicadas à organização de suas tarefas e compromissos, ao longo de 54 semanas, acompanha uma seleção de 50 aforismos em que escritores e escritoras refletem sobre o seu ofício: ler, escrever, viver de literatura. De uma citação bíblica (sobre fazer livros!) a observações afiadas, o volume reúne frases de 50 escritores de séculos, latitudes e continentes diferentes. De grandes nomes da literatura brasileira, como Machado de Assis e Graciliano Ramos, a nomes essenciais da escrita contemporânea, como Jesmyn Ward e Bernardine Evaristo, sem deixar de lado clássicos como Jane Austen ou Gustave Flaubert. O livro-agenda traz páginas iniciais para planejamento mensal e, em seguida, cada página dupla é dedicada a uma semana. Ao final do volume, há páginas destinadas a um registro das leituras do ano, além, claro, de espaço para montar a lista dos livros que estão na fila para leitura. Encadernado em capa dura, com lombo redondo (para facilitar a abertura) e um fitilho em gorgurão servindo como marca-página, o volume traz, na capa, a referência a uma técnica milenar de decoração de livros, a marmorização. O planner está disponível em quatro modelos, com quatro capas variadas.
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Aggiungi al carrellohardcover. "Tudo, no mundo, existe para acabar em um livro." - Stéphane Mallarmé "De onde tiro tanto tempo para não ler tanta coisa?" - Karl Kraus "Uma pessoa que quer escrever coisas boas precisa ler coisas ótimas." - Ursula K. Le Guin Um livro-agenda pensado para amantes da literatura. Aqueles que fazem de tudo para encaixar uma leitura entre um compromisso e outro. Aforismos - Escritores e seu ofício é um planner (ou seja, uma agenda permanente, não datada), mas é também um livro. Enquanto o leitor folheia as páginas dedicadas à organização de suas tarefas e compromissos, ao longo de 54 semanas, acompanha uma seleção de 50 aforismos em que escritores e escritoras refletem sobre o seu ofício: ler, escrever, viver de literatura. De uma citação bíblica (sobre fazer livros!) a observações afiadas, o volume reúne frases de 50 escritores de séculos, latitudes e continentes diferentes. De grandes nomes da literatura brasileira, como Machado de Assis e Graciliano Ramos, a nomes essenciais da escrita contemporânea, como Jesmyn Ward e Bernardine Evaristo, sem deixar de lado clássicos como Jane Austen ou Gustave Flaubert. O livro-agenda traz páginas iniciais para planejamento mensal e, em seguida, cada página dupla é dedicada a uma semana. Ao final do volume, há páginas destinadas a um registro das leituras do ano, além, claro, de espaço para montar a lista dos livros que estão na fila para leitura. Encadernado em capa dura, com lombo redondo (para facilitar a abertura) e um fitilho em gorgurão servindo como marca-página, o volume traz, na capa, a referência a uma técnica milenar de decoração de livros, a marmorização. O planner está disponível em quatro modelos, com quatro capas variadas.
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Aggiungi al carrellohardcover. "Tudo, no mundo, existe para acabar em um livro." - Stéphane Mallarmé "De onde tiro tanto tempo para não ler tanta coisa?" - Karl Kraus "Uma pessoa que quer escrever coisas boas precisa ler coisas ótimas." - Ursula K. Le Guin Um livro-agenda pensado para amantes da literatura. Aqueles que fazem de tudo para encaixar uma leitura entre um compromisso e outro. Aforismos - Escritores e seu ofício é um planner (ou seja, uma agenda permanente, não datada), mas é também um livro. Enquanto o leitor folheia as páginas dedicadas à organização de suas tarefas e compromissos, ao longo de 54 semanas, acompanha uma seleção de 50 aforismos em que escritores e escritoras refletem sobre o seu ofício: ler, escrever, viver de literatura. De uma citação bíblica (sobre fazer livros!) a observações afiadas, o volume reúne frases de 50 escritores de séculos, latitudes e continentes diferentes. De grandes nomes da literatura brasileira, como Machado de Assis e Graciliano Ramos, a nomes essenciais da escrita contemporânea, como Jesmyn Ward e Bernardine Evaristo, sem deixar de lado clássicos como Jane Austen ou Gustave Flaubert. O livro-agenda traz páginas iniciais para planejamento mensal e, em seguida, cada página dupla é dedicada a uma semana. Ao final do volume, há páginas destinadas a um registro das leituras do ano, além, claro, de espaço para montar a lista dos livros que estão na fila para leitura. Encadernado em capa dura, com lombo redondo (para facilitar a abertura) e um fitilho em gorgurão servindo como marca-página, o volume traz, na capa, a referência a uma técnica milenar de decoração de livros, a marmorização. O planner está disponível em quatro modelos, com quatro capas variadas.
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Da: Livraria Ingá, Niterói, RJ, Brasile
EUR 62,51
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Aggiungi al carrelloHardcover. Condizione: New. Clássico da literatura russa, obra do autor prêmio Nobel Aleksandr Soljenítsyn ganha nova tradução no Brasil, depois de décadas fora de catálogo. Marco da literatura de testemunho, Arquipélago Gulag denunciou os terrores do stalinismo nos campos de trabalhos forçados da antiga União Soviética mesclando relatos e reconstrução histórica à experiência do próprio autor, que passou oito anos como detento. Arquipélago Gulag Um experimento de investigação artística (1918-1956), obra-prima do russo Aleksandr Soljenítsyn (1918-2008), prêmio Nobel de Literatura, foi escrita clandestinamente entre 1958 e 1967. Para contar a história, construída a partir do testemunho de 227 sobreviventes dos campos do Gulag, na União Soviética, Soljenítsyn precisou montar uma verdadeira operação secreta. Passou duas temporadas em um sítio na Estônia, longe da vigilância soviética, onde escreveu a maior parte do texto. Com o manuscrito pronto, aquartelou-se em uma casa de campo próxima a Moscou, onde revisou, datilografou e microfilmou cada página em 1968. Uma cópia foi entregue a uma amiga francesa, que naquele mesmo ano contrabandeou o livro para fora da cortina de ferro. A primeira edição de "Arquipélago Gulag" foi lançada em Paris no final de 1973, mesmo ano em que o manuscrito foi descoberto pela KGB. Poucas semanas depois do lançamento, o autor foi preso, acusado de "alta traição", teve a cidadania soviética retirada e foi obrigado a deixar a URSS. Isso não impediu para o livro fosse traduzido para dezenas de línguas, recebesse críticas positivas e vendesse milhões de cópias. Esta edição da obra foi traduzida diretamente do russo a partir da última versão do livro ― condensada, apesar de ter perto de 700 páginas. Esse trabalho foi realizado por Natália Soljenítsyna, a pedido do próprio autor, com o intuito de atrair novos leitores, já no final da vida. Os três volumes originais foram reduzidos a um só, preservando a estrutura de capítulos da obra original. A capa foi desenhada por Mateus Valadares.