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    Taschenbuch. Condizione: Neu. Neuware - Por que o mesmo subsídio criou a Coreia e afundou tantos outros países Por que a corrida tecnológica - por chips, inteligência artificial, energia - é vencida por máquinas estatais tão diferentes entre si, enquanto quem copia cada figurino coleciona fracassos Esse enigma, que os manuais liberais e dirigistas não conseguem explicar, é a porta de entrada para a pergunta mais profunda deste livro: quem pode competir - e o que transforma o imenso poder de escolher vencedores com o dinheiro de todos em política legítima, e não em máquina de privilégios com bandeira Cruzando teoria política, história econômica e mais de uma centena de estudos científicos de ponta, Renato Almeida de Moraes constrói uma resposta poderosa: o que separa a política industrial que enriquece da que apodrece não é o instrumento nem a ideologia - é a arquitetura de autoridade: quem escolhe a aposta, quem a paga, o que o apoiado deve, quem mede e quem pode desligar. Quatro pilares definem a competição legítima - autonomia enraizada, reciprocidade disciplinada, descoberta auditável, contestabilidade - e dois corolários cortam como navalha: subsídio sem contrapartida é renda; proteção sem prazo é captura.O livro percorre as três arquiteturas que dominam a corrida - o mercado orquestrado americano, o partido experimental chinês, o poder regulatório europeu - e mostra que cada uma paga a conta exata do pilar que lhe falta. Consolida o placar empírico moderno: o que funciona, quanto, sob que desenho. Disseca a regra como arma - padrões, dados, antitruste - e a anatomia do Estado capturado, a máquina de rendas com fachada de projeto nacional.O capítulo final antes da conclusão aplica toda a teoria ao Brasil - e demonstra, num teorema devastador, que o sistema brasileiro de competitividade é o oposto exato do que deveria ser: oito margens examinadas, oito sinais trocados - a proteção sem prazo, o subsídio sem contrapartida, o programa que nunca morre, a sombra fiscal maior que o orçamento de ciência. E apresenta a contraprova que muda tudo: as ilhas brasileiras de classe mundial - Embraer, Embrapa, Pix - nasceram exatamente onde os quatro pilares existiram. O problema nunca foi capacidade: foi arquitetura - e arquitetura se escolhe.Para leitores de teoria política, economia, gestão pública e tecnologia - e para todo cidadão que já viu um pacote bilionário anunciado em nome do futuro e perguntou: quem escolheu, quem paga, e o que acontece a quem não entregar.…

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    Paperback. Condizione: new. Paperback. Por que o mesmo subsidio criou a Coreia e afundou tantos outros paises? Por que a corrida tecnologica - por chips, inteligencia artificial, energia - e vencida por maquinas estatais tao diferentes entre si, enquanto quem copia cada figurino coleciona fracassos? Esse enigma, que os manuais liberais e dirigistas nao conseguem explicar, e a porta de entrada para a pergunta mais profunda deste livro: quem pode competir - e o que transforma o imenso poder de escolher vencedores com o dinheiro de todos em politica legitima, e nao em maquina de privilegios com bandeira?Cruzando teoria politica, historia economica e mais de uma centena de estudos cientificos de ponta, Renato Almeida de Moraes constroi uma resposta poderosa: o que separa a politica industrial que enriquece da que apodrece nao e o instrumento nem a ideologia - e a arquitetura de autoridade: quem escolhe a aposta, quem a paga, o que o apoiado deve, quem mede e quem pode desligar. Quatro pilares definem a competicao legitima - autonomia enraizada, reciprocidade disciplinada, descoberta auditavel, contestabilidade - e dois corolarios cortam como navalha: subsidio sem contrapartida e renda; protecao sem prazo e captura.O livro percorre as tres arquiteturas que dominam a corrida - o mercado orquestrado americano, o partido experimental chines, o poder regulatorio europeu - e mostra que cada uma paga a conta exata do pilar que lhe falta. Consolida o placar empirico moderno: o que funciona, quanto, sob que desenho. Disseca a regra como arma - padroes, dados, antitruste - e a anatomia do Estado capturado, a maquina de rendas com fachada de projeto nacional.O capitulo final antes da conclusao aplica toda a teoria ao Brasil - e demonstra, num teorema devastador, que o sistema brasileiro de competitividade e o oposto exato do que deveria ser: oito margens examinadas, oito sinais trocados - a protecao sem prazo, o subsidio sem contrapartida, o programa que nunca morre, a sombra fiscal maior que o orcamento de ciencia. E apresenta a contraprova que muda tudo: as ilhas brasileiras de classe mundial - Embraer, Embrapa, Pix - nasceram exatamente onde os quatro pilares existiram. O problema nunca foi capacidade: foi arquitetura - e arquitetura se escolhe.Para leitores de teoria politica, economia, gestao publica e tecnologia - e para todo cidadao que ja viu um pacote bilionario anunciado em nome do futuro e perguntou: quem escolheu, quem paga, e o que acontece a quem nao entregar? This item is printed on demand. Shipping may be from our UK warehouse or from our Australian or US warehouses, depending on stock availability. …